Pequena Companhia, teatro grande

Velhos caem do céu como canivetes
Foto: Ayrton Valle

Por Kil Abreu

Como muitos veteranos do Norte e do Nordeste, Marcelo Flecha é um multiartista. Vem de uma geração em que o aprendizado formal do teatro foi substituído, por necessidade e vocação, pela prática diária sobre as tábuas. Do trabalho criativo junto aos seus, tornou-se um mestre rigoroso nas funções que exerce sempre que a cena o chama. É diretor, dramaturgo, escritor, cenógrafo e iluminador. E um dos fundadores da Pequena Companhia de Teatro, grupo maranhense que completa 20 anos de pesquisa e criação.

Com ele estão os parceiros e a parceira de longa data: os atores Cláudio Marconcine e Jorge Choairy e a produtora Katia Lopes, que formam o núcleo duro do grupo. Aqui, eles vêm acompanhados por Dênia Correia, Lauande Aires, Luciana Duarte e Jeyzon Leonardo.

Juntos, conduzem as atividades com notável organização e resultados — não apenas no campo artístico, mas também na produção. A companhia tem sede própria e uma charmosa sala de espetáculos em um prédio de 600 m², tombado pelo patrimônio, no Centro Histórico de São Luís. Ali mantêm, além dos treinamentos e processos de criação, ações formativas abertas à comunidade.

O grupo circulou por dezenas de festivais e mais de setenta cidades — algo ainda hoje incomum para coletivos da Amazônia Legal. São altos os custos dos deslocamentos, o que costuma afastar curadores; e são rarefeitas as políticas culturais, que seguem descompensadas, apesar dos relativos esforços de equalização nos últimos anos.

Há, então, muito a festejar. O aniversário está sendo comemorado em grande estilo, com uma circulação do repertório pelas unidades do Centro Cultural Banco do Brasil, patrocinador das ocupações. As viagens resultam de um concorrido processo público de seleção. Os espetáculos passaram por Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Brasília e agora são apresentados em São Paulo. De 26 de fevereiro a 20 de abril, sobem à cena trabalhos que contornam qualquer expectativa de representação regional e se ancoram em marcos da literatura: Velhos caem do céu como canivetes, Pai & Filho, Ensaio sobre a memória e Desassossego, inspirados, respectivamente, em obras de García Márquez, Kafka, Borges e Fernando Pessoa.

A ocupação maranhense inclui ainda uma exposição sobre a trajetória do grupo nessas duas décadas e uma oficina de iluminação experimental aberta ao público.

Nesta entrevista ao CENA ABERTA, Marcelo Flecha comenta, entre outros aspectos, o gosto pelas escolhas temáticas e formais da companhia, os procedimentos na transposição do texto literário para o palco, as técnicas originais desenvolvidas nos treinamentos e os fundamentos políticos que vêm perpassando os caminhos dramatúrgicos até aqui.

Desassossego
Foto: Mar Pereira

Apesar dos esforços importantes de algumas curadorias, instituições e festivais, ainda há grande dificuldade quanto à circulação de artistas e grupos do Norte e, um pouco menos, do Nordeste. A Pequena Companhia já participou de mais de 70 edições de festivais e circulou por 74 cidades. Podemos dizer que o grupo rompeu esse círculo? Ou não?

Sem dúvida. Desde a criação do grupo, entendemos que a única maneira de sustentar o nosso fazer seria manter um diálogo permanente com o país. Para isso, precisávamos pesquisar, desenvolver linguagem, estudar, para que as obras que fôssemos construir tivessem a potência necessária para transpor as fronteiras do Estado. Isso forçou o grupo a se profissionalizar, pois cada montagem demandava de quatro a nove meses de ensaio, de segunda a sábado. Claro que essa dedicação, esse estudo meticuloso, trouxe resultados artísticos, e o Brasil passou a olhar para o trabalho da Pequena Companhia de Teatro com carinhosa atenção, por entender que o que fazíamos estava carregado de desejo e vísceras.

Mas o rompimento desse círculo se deu, principalmente, por uma vontade política de governos federais alinhados à esquerda, que começaram a descentralizar a cena teatral, distribuir recursos de forma mais nacionalizada e gerar visibilidade para o país como um todo. Aí as portas foram se abrindo: Myriam Muniz, Viagem Teatral, Palco Giratório, Petrobras Distribuidora, Amazônia das Artes, diversos festivais e, agora, essas ocupações incomuns dos CCBBs, meio que coroando essa trajetória.

Ainda assim, há barreiras intransponíveis, e não é incomum que se olhe para o que se produz no Maranhão com certo desdém e [uma expectativa de veiculação] estereotipada [ligada] à cultura popular. Prova disso é que nunca participamos de nenhum dos ditos grandes festivais de teatro brasileiros. Tenho a impressão de que há resistência em encaixar na contemporaneidade as obras que se produzem no que chamo de Brasil invisível.

Vocês desenvolveram um conjunto de treinamentos e técnicas para sustentar os trabalhos de encenação, dramaturgia, atuação e iluminação. Isso caracteriza o grupo não só como produtor de espetáculos, mas também como um estúdio de pesquisa gerador de conhecimento. Fale um pouco sobre como tem sido esse processo autoformativo da companhia.

A palavra que sintetiza esse processo é autoformação mesmo. Todos esses mecanismos surgiram de demandas da cena, da identificação de caminhos de criação para que, posteriormente, pudessem ser trilhados ou modificados sem o desespero de começar sempre do zero.

Assim surgiu o Quadro de Antagônicos, instrumento de treinamento para que os atores pudessem desenvolver dramaturgia e para que eu pudesse conectar o percurso das personagens aos objetivos da cena. Foi também assim quando nos vimos encurralados, sem encontrar um texto teatral que contemplasse nossos dizeres, e precisei pesquisar obras de outros gêneros literários, fazendo surgir a Transposição de Gêneros.

No campo das demandas da cena, lembro que, anos atrás, quando a internet me parecia um veículo interessante de proliferação de ideias e eu mantinha o hábito semanal de escrever no blog da Pequena, você e eu chegamos a conversar sobre o Teatro Polidramático, maneira que fui desenvolvendo para construir nossos espetáculos e perceber como todas as dramaturgias — ator, texto, luz, direção, cenário — mais do que dialogavam, friccionavam-se nas montagens. Necessidades. Distantes dos polos de formação, em um Estado onde ainda não havia sequer graduação em teatro, a autoformação foi o caminho.

Pau & Filho
Fotos: Ayrton Valle

Ainda sobre esse aspecto, vocês trazem, junto com as montagens, uma oficina de iluminação cênica. Dizem que a ideia é desenvolver tecnologia a partir da obsolescência. Como isso se dá no trabalho do grupo?

Tudo, no nosso caso, parte da obra de arte, da precariedade e da consciência periférica (o Maranhão tem o pior IDH do país). Se a ideia era circular o país, levar o nosso trabalho onde fosse possível, precisávamos, desde o início, pensar uma cena autônoma, autossuficiente, que não dependesse de equipamentos e espaços sofisticados para as apresentações, mesmo entendendo que nossa vocação era o espaço fechado.

Tendo em vista nossa realidade — e lembrando que, das 74 cidades percorridas, apenas 24 são capitais —, a maneira de fazer chegar nossos espetáculos a qualquer lugar que quisesse dialogar com a gente era precisar apenas de um espaço fechado e de uma tomada. Isso possibilitava apresentar tanto em cidades com menos de 5 mil habitantes quanto em grandes centros.

Também, a partir de outra percepção, surgiu a definição política basilar da nossa trajetória cênica: o entendimento de que todo e qualquer desejo estético, por mais sofisticado que fosse, poderia ser encontrado no lixo. Isso nos levou a pensar um teatro mais sustentável, e nossa estética foi se construindo assim. Noventa por cento de tudo o que o espectador paulista vai ver nos quatro espetáculos vem do descarte urbano. Mesmo que aquele objeto mais sofisticado não pareça, veio do lixo.

Gosto de usar a palavra “lixo”, mesmo sabendo que hoje ela é repensada quando nos referimos ao descarte. O impacto no ouvido do interlocutor é diferente quando escuta “lixo” do que quando usamos termos como “materiais recicláveis”, “desperdício urbano”, “resíduos sólidos valorizáveis” etc.

E assim a ideia dos elementos iluminocenográficos foi se desenvolvendo: lixo, lâmpadas caseiras e artesania. Quantas cidades do Maranhão nos ofereceriam um teatro com equipamentos convencionais de luz? Uma ou duas. O mesmo aconteceria em grande parte das cidades por onde circulamos, Brasil adentro.

Aí começou a brincadeira: desenvolver traquitanas, gambiarras e geringonças que não fossem apenas parte do discurso cenográfico, mas que cumprissem todos os fundamentos da iluminação teatral convencional. E que tudo funcionasse ligando o sistema à tomada de uma simples sala de aula, sem precisar de suporte para, sei lá, quantos mil watts de potência.

Guilherme Bonfanti me convidou para dar algumas aulas sobre o assunto na SP Escola de Teatro neste período em que estarei por aqui; já ministrei uma disciplina lá anos atrás. Como essa lógica “fora da casinha” tem despertado interesse por onde a gente passa, o CCBB selecionou essa atividade formativa dentre as quatro que encaminhamos como opção.


Ensaio sobre a memória
Foto: Ayrton Valle

Kafka, Fernando Pessoa, García Márquez, Borges. Há algum motivo comum que indique as escolhas que são base das dramaturgias? Como têm sido as aproximações entre teatro e literatura para vocês?

Normalmente, vamos maturando um tema, um assunto, algo pertinente para se falar naquele momento social, político — não de forma organizada nem processual. Conversamos informalmente, jogamos conversa fora por meses, até encontrar o assunto. Se houver um texto teatral que contemple esses dizeres e cujos direitos autorais sejam viáveis, montamos esse texto. Foi assim com O Acompanhamento, de Carlos Gorostiza; Medeia; Deus Danado, de João Dênis; ou Entrelaços, do querido amigo Gilberto Freire de Santana.

Quando nenhum desses textos diz o “que” e o “como” queremos, passo a pesquisar, em outros gêneros literários, obras que dialoguem com o assunto que queremos tratar. Daí surgiram Carta ao Pai, de Kafka; depois Borges, Gabriel García Márquez, Fernando Pessoa. A partir desse exercício demandado pela cena foi surgindo o que hoje chamamos de Transposição de Gênero — processo minucioso que o espectador poderá folhear na exposição, pois os Diários de Montagem, os Catálogos de Ideias e os registros das Transposições de Gênero estarão disponíveis para manuseio.

Como na vida tudo é uma argila que vai se moldando, mesmo sem a gente perceber, o resultado dessas adaptações tem sido tão provocador que já vamos para a quinta montagem partindo de outros gêneros. Há algum tempo não montamos dramaturgia de autores teatrais, embora mantenhamos as leituras. Um exemplo é Desassossego: lemos diversas obras até nos convencermos de que o melhor caminho era partir do Livro do Desassossego.

À exceção, talvez, de Livro do Desassossego, que é um metateatro, nos outros três espetáculos aparecem temas como exílio, miséria, família e regimes políticos autoritários. Parece, no entanto, que, apesar da diversidade temática, a questão das relações de poder perpassa o trabalho de vocês. Comente.

Se eu pensar no novo espetáculo que estamos ensaiando, que parte do conto Casa Tomada, de Cortázar, para discutir as elites e a ascensão popular, seria impossível não fazer essa ligação entre as obras. Mas, nesse caso, à exceção de Pai & Filho, em que o assunto era explicitamente as relações de poder a partir da primeira célula social — a família —, nas outras obras esse tangenciamento vem da nossa formação política, do nosso desejo de revolução, da vontade de mudar o mundo.

As relações de poder aparecem mesmo quando o assunto não é esse. Não dá para olhar tudo o que está acontecendo à nossa volta e ficar imune. Como seres políticos, em cada desenho corporal que Cláudio ou Jorge fazem, em cada recorte de circulação que Katia organiza, em cada escolha de cor que eu faço na construção de uma cena, é claro que transparecem as injustiças, as misérias, as agruras provocadas pelo poder.

Até mesmo em Desassossego há uma forte discussão das relações de poder entre artistas, curadores e críticos dentro do teatro, quando lemos a justificativa de um projeto. A cena é divertidíssima.

O que a plateia de São Paulo pode esperar ao ir ver os trabalhos da Pequena Companhia?

Acho que o primeiro ponto é a dramaturgia do ator: os caminhos peculiares que desenvolvem para chegar às personagens, o empenho físico preciso em prol da cena, para além de virtuosidades ou prisões metodológicas. Cada espetáculo apresenta um percurso demandado por sua necessidade particular.

Mesmo depois de algumas centenas de apresentações, ainda sinto um prazer imenso ao ver como esses atores performam e como essas personagens se digladiam em cena. Jorge, Cláudio, Lauande, Dênia, Luciana e Jeyzon são, sem sombra de dúvida, o motivo pelo qual espectadores de todos os cantos do país já assistiram a esses espetáculos mais de uma vez, sempre que tiveram essa possibilidade.

Depois, a identidade. Ao acompanhar quatro espetáculos de um grupo vindo de um Estado de intersecção entre o Norte e o Nordeste do país, o público perceberá que, mesmo sem intenção deliberada, fomos desenvolvendo uma identidade muito particular. Por estarmos distantes do eixo onde se concentram os conceitos de vanguarda e do teatro tido como contemporâneo, acabamos produzindo coisinhas que só a gente faz.

Como, por exemplo, no espetáculo que trata de memória, ao ressignificar um brinquedo de madeira construído por meu pai e presenteado aos filhos no Dia de Reis, cinquenta anos atrás — objeto que atravessou o tempo e sobreviveu para representar o labirinto em que o escritor de Ensaio sobre a memória se encontra.

Coisinhas. Acho que os espectadores vão se deliciar com um monte de coisinhas construídas com muita honestidade, muito rigor, muita verdade cênica e muita organicidade.

Sede da Pequena Companhia de Teatro, em São Luis do Maranhão

SERVIÇO

Ocupação Maranhense: 20 Anos da Pequena Companhia de Teatro

De 26 de fevereiro a 20 de abril de 2026

Local: Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo

R. Álvares Penteado, 112, Centro Histórico de São Paulo, SP

Retirada de ingressos: Grátis na bilheteria do CCBB SP e pelo bb.com.br/cultura (1h antes do espetáculo)

ESPETÁCULOS

Velhos caem do céu como canivetes, livremente inspirado no conto Um señor muy viejo com unas alas enormes, de Gabriel García Márquez

Data: 26/02 a 09/03/2026

Horário: Quinta, sexta e segunda, às 19h | sábado e domingo, às 18h

Bate-papo após sessão: 07/03 | sábado

Sessão Inclusiva (intérprete de libras): 01/03 | domingo

Classificação etária: 14 anos | Gênero: Drama | Duração: 60 minutos

Ficha técnica:

Elenco: Jorge Choairy (Ser Alado) e Cláudio Marconcine (Ser Humano)

Dramaturgia e encenação: Marcelo Flecha

Iluminação, cenografia e figurinos: Marcelo Flecha

Trilha sonora: Jorge Choairy e Marcelo Flecha

Operador de luz e som: Marcelo Flecha

Fotos divulgação: Ayrton Valle

Produção: Katia Lopes

Realização: Pequena Companhia de Teatro

Pai & Filho, livremente inspirado na obra Carta ao Pai, de Franz Kafka

Data: 12 a 23/03/2026

Horário: Quinta, sexta e segunda, às 19h | sábado e domingo, às 18h

Bate-papo após sessão: 21/03 | sábado

Sessão Inclusiva (intérprete de libras): 15/03 | domingo

Classificação etária: 14 anos | Gênero: Drama | Duração: 60 minutos

Ficha técnica:

Elenco: Jorge Choairy (Filho) e Cláudio Marconcine (Pai)

Dramaturgia e encenação: Marcelo Flecha

Iluminação, cenografia e figurinos: Marcelo Flecha

Trilha sonora: Marcelo Flecha

Operador de luz e som: Marcelo Flecha

Fotos divulgação: Ayrton Valle

Produção: Katia Lopes

Realização: Pequena Companhia de Teatro

Ensaio sobre a memória, livremente inspirado no conto A outra morte de Jorge Luís Borges

Data: 26/03 a 06/04/2026

Horário: Quinta, sexta e segunda, às 19h | sábado, domingo e feriado, às 18h

Bate-papo após sessão: 04/04 | sábado

Sessão Inclusiva (intérprete de libras): 29/03 | domingo

Classificação etária: 14 anos | Duração: 60 minutos | Gênero: Drama

Ficha técnica:

Elenco: Cláudio Marconcine (Escritor), Dênia Correia (Mulher), Lauande Aires (Pedro Damián) e Katia Lopes (Espectro)

Dramaturgia e encenação: Marcelo Flecha

Iluminação, cenografia e figurinos: Marcelo Flecha

Trilha sonora: Lauande Aires

Operador de luz: Marcelo Flecha

Operador de som: Katia Lopes

Fotos divulgação: Ayrton Valle

Produção: Katia Lopes

Realização: Pequena Companhia de Teatro

Desassossego, livremente inspirado no Livro do Desassossego, de Fernando Pessoa

Data: 09 a 20/04/2026

Horário: Quinta, sexta e segunda, às 19h | sábado e domingo, às 18h

Classificação etária: 14 anos | Duração: 60 minutos | Gênero: Comédia constrangedora para sorrisos amarelos

Bate-papo após sessão: 18/04 | sábado

Sessão Inclusiva (intérprete de libras): 12/04 | domingo

Ficha técnica:

Elenco: Luciana Duarte e Jeyzon Leonardo

Dramaturgia: Marcelo Flecha e Cia. A Máscara de Teatro

Encenação: Marcelo Flecha

Cenografia, iluminação, figurinos e trilha sonora: Marcelo Flecha e Cia. A Máscara de Teatro

Operador de luz e som: Luciana Duarte e Jeyzon Leonardo

Produção: Luciana Duarte e Katia Lopes

Realização: Cia. A Máscara de Teatro e Pequena Companhia de Teatro

OFICINA

Artesania iluminocenográfica: desenvolvendo tecnologia a partir da obsolescência, com Marcelo Flecha

Dias: 07 e 21/03 | 04/04/26

Horário: Das 14 às 17h

Público: iluminadores, cenógrafos, alunos de teatro, artistas de teatro, encenadores e pesquisadores com interesse em dramaturgia da luz a partir de iluminações não convencionais.

Carga horária: 9h | Classificação etária: 18 anos

Vagas: 30 vagas

Inscrições gratuitas: inscrições pelo formulário:

EXPOSIÇÃO

Pequena Mostra de Teatro

No Foyer do Teatro

Data: 26/02 a 20/04

Dias: Todos os dias, exceto às terças-feiras

Horário: 9h às 20h

Classificação etária: Livre

Entrada: Gratuita

Informações CCBB SP

Estacionamento: O CCBB possui estacionamento conveniado na Rua da Consolação, 228 (R$ 14 pelo período de 6 horas – necessário validar o ticket na bilheteria do CCBB). O traslado é gratuito para o trajeto de ida e volta ao estacionamento e funciona das 12h às 21h.

Van: Ida e volta gratuita, saindo da Rua da Consolação, 228. No trajeto de volta, há também uma parada no metrô República. Das 12h às 21h.

Transporte público: O CCBB fica a 5 minutos da estação São Bento do Metrô. Pesquise linhas de ônibus com embarque e desembarque nas Ruas Líbero Badaró e Boa Vista.

Táxi ou Aplicativo: Desembarque na Praça do Patriarca e siga a pé pela Rua da Quitanda até o CCBB (200 m).

Entrada acessível: Pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida e outras pessoas que necessitem da rampa de acesso podem utilizar a porta lateral localizada à esquerda da entrada principal.

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